Lojas de Componentes Eletrônicos em São Carlos

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Adoro o Google.

Hoje, enquanto observava no Google Analytics o que as pessoas estavam procurando no Google quando caiam nesse blog, encontrei alguém procurando pelas keywords são carlos componentes eletrônicos. Bem, sei que esta pessoa poderia estar procurando por qualquer outro tipo de coisa, mas esta query me fez perceber que são poucos os lugares listando lojas do gênero da região. Pois bem, aqui está uma curta referência às lojas onde geralmente compramos componentes aqui na cidade de São Carlos:

Eletrônica Pinhé
Rua General Osório, 67, São Carlos-SP
Fone: (16) 3372-7207 Site: http://www.pinhe.com.br/

Para quem está ruim de mapa, fica perto da Estação Ferroviária. Se quiser ir de ônibus, pegue qualquer um que pare na Praça da Estação, procure a Rua General Osório e suba, passando pela linha do trem. Mudaram de endereço recentemente, e não tenho certeza se este endereço é o antigo ou o mais atual. De qualquer modo, o novo endereço é apenas alguns metros adiante do antigo.

CaAndMa
Av. Grécia, 700, São Carlos-SP
Fone: (16) 3375-7778

Ótima loja de componentes eletrônicos, acho que é a mais completa por aqui. A única coisa que atrapalha é a localização, e não tenho conhecimento dos ônibus que passam ali por perto. Componentes ativos, passivos, microcontroladores, telas lcd, enclosures, conectores, cabos… Infelizmente, perdi a nota fiscal com endereço e telefone e estou sem uma lista telefônica para buscá-la novamente. Fica de esquina com a Rua Henrique Grégori, na Vila Prado.

Eletrônica Gaspar
Av. São Carlos, 2615, São Carlos-SP
Fone: (16) 3371-4014 / 3371-3412

Não é exatamente uma loja de componentes eletrônicos, mas possui vários tipos de conectores, inclusive o plug P1 stereo que não encontrava em nenhum lugar. Não sei se trabalham com componentes eletrônicos propriamente ditos, é melhor telefonar antes e perguntar.

Universidade Federal de São Carlos
Departamento de Computação

Se você é aluno da federal e precisa de alguns poucos componentes para algum projeto acadêmico, vá até o Departamento de Computação e converse com algum funcionário, explique seu projeto e veja se eles não podem fornecer alguns para você. Mas não abuse. Provavelmente a USP São Carlos, vulgo CAASO (argh!) pode ter uma oferta semelhante, mas não pude confirmar.

PS: Além destas, num próximo post listarei as principais lojas virtuais de componentes eletrônicos nas quais comprei e tenho confiança, e colocarei o link para o post aqui.

Escrevendo ç no us-int

Caso ‘ + c não adiante, para fazer o ç (c-cedilha) no padrão internacional (us-int), basta pressionar

 Alt Gr + ,

e depois

 C

Este tipo de problema ocorre no linux quando temos um teclado abnt2 e propositalmente tentamos forçar um padrão diferente, como o us-int. Sinceramente, acho mais fácil comprar um teclado novo.

The Art of Electronics

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Apesar de sua última edição ter sido escrita em 1989, o livro The Art of Electronics ainda continua como um dos mais populares da área. Tendo como principal audiência estudantes de graduação, hobbistas, inventores e experimentadores, assume um tom leve e informal, tornando sua leitura mais acessível e agradável, sendo ao mesmo tempo bastante denso na quantidade de informação que possui.

O interessante deste livro é que ele não pressupõe do leitor um conhecimento prévio em cálculo, sendo porém muito mais aproveitoso se o leitor o possuir.

Este livro está disponível na biblioteca comunitária da Universidade Federal de São Carlos, no piso 3 (Direita – Bloco 2, Estante G621.381 / H816a.2).

Para quem deseja realmente aprender eletrônica utilizando este livro, não se pode deixar de lado o Student Manual for The Art of Electronics, guia com exercícios, experimentos e textos explicativos direcionado ao estudante, expandindo o livro original.

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. The art of electronics. 2 ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1989. 1125 p. www.artofelectronics.com.

HOROWITZ, Paul; HAYES, Thomas. Student Manual for The Art of Electronics; Cambridge: Cambridge University Press, 1989. 614p.

Partes destes livros estão disponíveis eletronicamente e podem ser consultadas pela Amazon ou pelo Google Books. O livro original custa cerca de R$220 na Livraria Cultura, enquanto o Student Manual, cerca de R$110. Nem preciso dizer que, apesar de excelente, recomendo muito mais alugar do que comprar este livro devido ao seu preço proibitivo.

Configurando teclado abnt2 multimídia no linux

Para quem tem um teclado multimídia que simplesmente se nega a funcionar corretamente no linux, independente da configuração que você seleciona no KDE (meu caso), ou ainda se seu teclado parou de funcionar de repente após um upgrade, e não há nada que o faça funcionar de volta, aqui vai a dica…

Abra um terminal, e digite o seguinte comando:

setxkbmap -keycodes “xfree86(abnt2)+aliases(qwerty)” -model microsoftpro -layout br -variant abnt2

Pronto. Verifique agora se as teclas voltaram a funcionar!

Caso positivo, certifique-se de que as novas configurações sobrevivem a um reinício do X. Se tudo voltou a dar errado, inclua este comando na inicialização automática do seu ambiente. No caso do KDE, experimente criar um novo arquivo texto dentro do diretorio ~/.kde/Autostart/ com o nome que desejar, digitando, por exemplo:

nano ~/.kde/Autostart/startup.sh

A seguir, copie e cole o seguinte texto para dentro do arquivo:

#!/bin/bash
###########
setxkbmap -keycodes “xfree86(abnt2)+aliases(qwerty)” -model microsoftpro -layout br -variant abnt2

Agora feche o arquivo com Ctrl+X e selecione S para salvar as modificações no arquivo. Em seguida, marque o arquivo recém-criado como executável, através do comando:

chmod +x ~/.kde/Autostart/startup.sh

Pronto! Agora reinicie o KDE para ver se as configurações surtiram efeito.
PS: Talvez você precise estar logado como root para executar alguns desses comandos.

Componentes eletrônicos grátis!

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Sabia que a maioria das empresas fabricantes de componentes eletrônicos disponibiliza amostras grátis de seus produtos ao mundo inteiro, incluindo ao Brasil? Gratuitas mesmo, pagam tudo, os componentes, os impostos e todo o frete até sua casa.

Alguns dos fabricantes que disponbilizam este recurso e que entregam no Brasil são a Intersil, Analog Devices, Linear Technology, National Semiconductors e a Maxim. A Maxim, no entanto, cobra o valor do sedex do escritório deles em São Paulo até sua casa. O restante é por conta deles, o que não é um mau negócio, já que os componentes da Maxim são bastante difíceis de se encontrar no Brasil, principalmente sua linha de conversores DC-DC, que podem chegar a preços ridiculosamente altos, inviabilizando qualquer projeto de garagem.

Para conseguir as amostras, no entanto, é preciso falar a verdade; você terá mais chances de receber seu pedido em casa se informar a empresa onde trabalha (caso possa pedir em nome dela), a universidade onde estuda (caso seja estudante) ou indicar se é apenas hobbista na área. É interessante dar detalhes sobre seu projeto também, pois os fabricantes não são bobos para dar componentes de graça para qualquer um. A esperança deles é que seu protótipo um dia alcance a linha de produção e aí sim eles possam faturar horrores vendendo grandes lotes de componentes para a fábrica que decidir produzir seu projeto.

Ah, e para quem gostou do assunto, além de componentes eletrônicos, há muito mais coisas disponíveis de graça que podem ser solicitadas via internet por aí. Sites e blogs interessantes se destinam unicamente a divulgar este tipo de novidade, como o AmostrasGratis.org, e o Freebies Blog. O Google, nessa hora, também é seu amigo.